Monday, 10 de December de 2007 - 16:46

E lá estava eu, roendo minhas unhas, olhando para o relógio, falando com a criatura besta que senta à minha esquerda denominada João Pedro(irmão de criação(colega à mais de 10 anos)/idiota/abobado/finge-se de otaku/aniki).

O professor de História entrou e deu aquele famoso sorriso sádico, o qual iniciou a minha jornada rumo à sétima série. Eu estava aflita, olhava para todo mundo, eles estavam sorrindo, eu não. Eu sempre tive facilidade com Matemática, Ciências, Geografia, Inglês e etc… Mas História era um drama. Eu não me entendia, o que que a colônia Inglesa fez mesmo? Por que eu saberia que ela carregava chumbo nas costas dos escravos alemães(x-o’)?

Eu já tinha me preparado psicológicamente para a recuperação, saberia que tinha que acertar, no mínimo, 15 questões de 25, eu sempre tiro acima da média nas provas, mas os malditos trabalhos não me deixavam com uma boa nota.

E lá eu olhava o sor com aquela listinha onde ele falava as notas l e n t a m e n t e…

Enfim, o sor estava no xará mais nerd que eu já tivera. Ele se chama Gabriel e tirou 80 em todos os trimestres, e a Gabriela tirou 65. E eu olhava ele falando, e falando as notas.

Eu já estava quase chorando, até que:

“Parabéns, passou de raspão”

Muauhuaha, oitava série que me aguarde, pois vou estar muito casca quando entrar naquela sala(que fica lá encima, no segundo andar).

Gabriella Barbieri, treze anos, oitava série, ADOLESCENTE *risada malígna*.

Não que adolescer tenha importância, mas não queria aquela linda frase curta.

E amanhã tem festança (*uhull!!*).



Por Bibi